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Zelenskyy agradeceu a Washington após ter relatado que alguns alertas não chegaram à Ucrânia durante ataques russos. A causa das falhas continua por esclarecer.
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A Ucrânia voltou a receber alertas antecipados sobre a aproximação de mísseis balísticos, afirmou o presidente Volodymyr Zelenskyy, em Oslo, na terça-feira. Os alertas são importantes porque dão tempo aos civis para procurarem abrigo e às defesas antiaéreas para reagirem. Zelenskyy agradeceu aos Estados Unidos, mas precisou que se referia aos alertas antecipados, e não à partilha de informações de inteligência no seu conjunto. [2]
As declarações seguiram-se a uma chamada telefónica com o secretário de Estado norte-americano Marco Rubio, mais cedo nesse dia. Na segunda-feira, Zelenskyy tinha dito a senadores norte-americanos que a Ucrânia não recebera qualquer alerta dos Estados Unidos sobre ataques russos com mísseis balísticos em três ocasiões na semana anterior, segundo um relato que a Axios obteve junto de responsáveis ucranianos. Apontou a falta desses alertas entre as razões para recear que o apoio dos Estados Unidos estivesse a abrandar. [2] [6]
Rubio disse aos jornalistas em Mumbai que o presidente Donald Trump não tinha ordenado qualquer alteração à partilha de informações de inteligência. Segundo um relato do Departamento de Estado reproduzido pela Forth, Rubio disse que se julgava que os aparentes problemas relacionados com ataques de 13 e 18 de outubro eram de natureza técnica. Admitiu a possibilidade de ter havido um problema no processamento de informações que tinham sido fornecidas e disse que a questão estava a ser analisada. [4]
A falta de um alerta não demonstra, por si só, que tenha sido tomada uma decisão de reter informações de inteligência. O ministro dos Negócios Estrangeiros da Ucrânia disse em 13 de outubro que não havia uma suspensão geral da partilha de informações de inteligência, enquanto um porta-voz da força aérea afirmou que essas informações por vezes não chegavam ao destino, noticiou a NOS. Essas declarações anteriores não explicam a falta dos alertas posteriores. Zelenskyy diz que os alertas voltaram a funcionar; a causa das falhas continua por esclarecer. [7]
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