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Dois homens que haviam sido liberados sob fiança voltaram à custódia por atividades perto da RAF Fairford. A polícia suspeita que tenham ajudado um serviço de inteligência estrangeiro e considera altamente provável o envolvimento do Estado iraniano, mas a investigação continua.
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A polícia britânica antiterrorismo prendeu novamente dois homens na terça-feira durante a investigação sobre atividades suspeitas perto da RAF Fairford, uma base aérea em Gloucestershire usada pelas forças dos EUA. Os homens, de 24 e 25 anos, estão detidos sob suspeita de ajudar um serviço de inteligência estrangeiro, nos termos da Lei de Segurança Nacional de 2023. A polícia diz que a investigação está relacionada ao Irã. [2]
O britânico de 24 anos foi preso pela primeira vez perto da base em 27 de setembro. O homem de 25 anos, que tem nacionalidade britânica e iraniana, foi preso pela primeira vez em Westminster em 1º de outubro sob suspeita de preparar atos terroristas. Os dois foram posteriormente liberados sob fiança. Outros cinco homens presos durante a investigação continuam em liberdade sob fiança policial; nenhum dos sete foi acusado, segundo a Associated Press. [2] [6]
A investigação começou depois que a polícia recebeu uma denúncia sobre três veículos suspeitos que se dirigiam à base nas primeiras horas de 27 de setembro. Cinco homens foram presos nas proximidades. Mais tarde, a polícia informou que havia recuperado gasolina dos veículos, mas não encontrou dispositivos explosivos improvisados. Não disse para que a gasolina seria usada. [1]
Laurence Taylor, chefe da Polícia Nacional de Combate ao Terrorismo, disse na terça-feira que os agentes consideravam “altamente provável” o envolvimento do Estado iraniano, enquanto continuavam a investigar sua possível extensão e o propósito da atividade. [2] O primeiro-ministro Andy Burnham havia dito ao Parlamento em 12 de outubro que o governo avaliava ser altamente provável que a atividade tivesse sido coordenada no Irã e quase certo que tivesse sido dirigida pela Guarda Revolucionária Islâmica do Irã. A ministra do Interior, Shabana Mahmood, não quis discutir informes de inteligência enquanto a investigação continuava. O embaixador do Irã no Reino Unido negou o envolvimento iraniano em resposta à acusação anterior. [3] [4]
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As novas prisões colocam dois dos sete homens novamente sob custódia. O que os investigadores acreditam que cada homem fez e o que se pretendia fazer perto da base continuam sem esclarecimento público.