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Masoud Pezeshkian diz que o Irã não quer continuar lutando, enquanto as negociações noticiadas se concentram na navegação por Ormuz e no bloqueio dos EUA.
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O presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, afirmou que os Estados Unidos devem escolher se encerram a guerra com o Irã, enquanto negociadores avaliam um possível acordo sobre a navegação pelo Estreito de Ormuz e o bloqueio dos EUA. Seus comentários expressam a posição de Teerã nas negociações; os relatos disponíveis não confirmam um novo cessar-fogo. [4] [9]
Em entrevista ao programa Special Report with Bret Baier, da Fox News, exibida em 24 de setembro de 2026, Pezeshkian foi questionado sobre a possibilidade de o conflito terminar até o fim do ano. Segundo a Reuters, ele disse que o Irã não desejava continuar lutando e que os Estados Unidos precisavam decidir se encerrariam o conflito. As declarações relatadas não estabeleceram um cronograma imediato para interromper as hostilidades. [4]
Em outra reportagem, de 24 de setembro, a Reuters informou que negociadores dos EUA e do Irã em Nova York avaliavam um entendimento em etapas pelo qual Teerã reabriria o Estreito de Ormuz e Washington suspenderia seu bloqueio econômico. Uma autoridade iraniana de alto escalão disse que o entendimento também poderia incluir o acesso do Irã a ativos congelados. Essas continuam sendo possibilidades de negociação noticiadas, não medidas acordadas. [9]
Fontes diplomáticas iranianas, regionais e ocidentais disseram à Reuters que nenhum dos lados queria abrir mão primeiro de seu poder de pressão. Uma autoridade da Casa Branca não identificada disse que o presidente Donald Trump continuava aberto a conversas nas circunstâncias adequadas, mas sustentou que Washington não precisava negociar. [9]
Os relatos também divergem quanto ao acesso a Ormuz. Pezeshkian rejeitou a sugestão de que o Irã havia fechado o estreito, segundo o relato da Anadolu sobre a entrevista. A Reuters descreveu a rota como bloqueada por Teerã. As evidências disponíveis não estabelecem de forma independente a extensão das restrições ao tráfego de embarcações. [5]
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Pezeshkian disse que continuava disposto a avançar com base no memorando de junho com Washington, informou a Anadolu. Versões publicadas desse texto declaravam um fim imediato e permanente das operações militares e estabeleciam um prazo máximo de 60 dias para negociar um acordo final, prorrogável por consentimento mútuo. Essas disposições descrevem compromissos, não uma implementação verificada. [5] [6] [7]
Em uma declaração de política de 30 de julho, o governo dos EUA disse ter retomado os ataques dentro do Irã em 7 de julho, após ataques iranianos a embarcações comerciais de bandeira neutra. Esse é o relato de Washington sobre a retomada dos combates; as fontes disponíveis não estabelecem de forma independente a responsabilidade pela primeira violação do memorando. [8]
O balanço dos danos no mar continua a evidenciar o que está em jogo. Até 24 de setembro, a Organização Marítima Internacional havia registrado 85 incidentes marítimos confirmados e 24 mortes de marítimos no Estreito de Ormuz e no Oriente Médio como um todo. Seu registro não identifica quem foi responsável pelos incidentes. [10]