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Melania Trump e Peng Liyuan visitaram o Museu Nacional de Arte Asiática de Washington e ouviram um coral juvenil enquanto Donald Trump e Xi Jinping mantinham conversas privadas.
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A primeira-dama dos EUA, Melania Trump, recebeu Peng Liyuan, mulher do presidente chinês Xi Jinping, no Museu Nacional de Arte Asiática do Smithsonian, em Washington, na quinta-feira, 24 de setembro, enquanto Donald Trump e Xi mantinham conversas privadas. A visita ao museu ocorreu depois da cerimônia de recepção de Xi na Casa Branca, durante sua visita de Estado. [1] [6]
Foi o primeiro encontro público das duas desde 2017, informou a AP. Naquele encontro anterior, em Pequim, elas tomaram chá juntas no Museu do Palácio e visitaram uma escola onde alunos apresentaram canções e danças. [6]
No Smithsonian, elas viram um disco de jade entalhado da dinastia Shang, da China, a Sala dos Pavões, de James McNeill Whistler, e um vaso de porcelana do século XVIII do período Qianlong, informou a Casa Branca. [1]
A própria Sala dos Pavões reflete o intercâmbio artístico: Whistler a criou em 1876–77, inspirado pela cerâmica chinesa e pelos tecidos japoneses. [4]
A programação terminou com a apresentação do coral juvenil da Hope Chinese School, que cantou “Jasmine Flower” e “Songs & Smiles”, segundo a Casa Branca. A Reuters também informou que o grupo apresentou “Jasmine Flower”. [1] [7]
Em um comunicado divulgado em 25 de setembro, Melania Trump afirmou que a arte e a cultura podem transcender fronteiras, conectar gerações e aprofundar a apreciação mútua entre as pessoas. O Ministério das Relações Exteriores da China afirmou que Peng saudou as recentes devoluções de objetos culturais chineses pelos EUA e manifestou esperança de mais intercâmbio cultural e cooperação na proteção do patrimônio. [1] [3]
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O museu havia transferido duas partes do antigo manuscrito de seda de Zidanku para a Administração Nacional do Patrimônio Cultural da China em maio de 2025, mais de um ano antes desta visita. Essas partes, conhecidas como Volumes II e III, foram entregues na embaixada chinesa em Washington. O Volume I, então de propriedade privada da Arthur M. Sackler Foundation, não fez parte da transferência. [5] [9]