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Os líderes enfatizaram a cooperação depois que o secretário do Tesouro dos EUA anunciou uma extensão de dois meses da trégua comercial vigente.
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O presidente chinês Xi Jinping pediu que os Estados Unidos e a China atuem como potências responsáveis durante um jantar de Estado na Casa Branca em 24 de setembro de 2026, enquanto o presidente Donald Trump elogiou a relação entre os dois países. O jantar ocorreu após conversas destinadas a administrar suas diferenças econômicas e diplomáticas. [1] [9]
Os dois líderes compareceram acompanhados de suas esposas. Em seu brinde, Trump reconheceu que os países tinham sistemas diferentes, mas afirmou que os laços entre seus povos perduravam, acrescentando que “nunca nos demos tão bem”, informou a Reuters. [9]
Xi defendeu uma nova abordagem para as relações entre grandes potências, segundo o discurso publicado pelo Ministério das Relações Exteriores da China. Ele também mencionou um entendimento alcançado durante a visita de Trump à China em maio para construir uma relação construtiva de estabilidade estratégica. Esse objetivo já havia aparecido em uma declaração da Casa Branca em maio; não era um novo marco anunciado nesta visita. [1] [6]
As declarações amistosas ocorreram depois que o secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, anunciou uma extensão da trégua comercial vigente. Em entrevista à Fox News em 23 de setembro, ele disse que os dois países haviam concordado em estender o que chamou de acordo de Busan de 10 de novembro de 2026 até 10 de janeiro de 2027, dando mais tempo para as negociações econômicas. [4] [5]
O anúncio de Bessent dizia respeito a um acordo existente, e não a um novo acordo comercial abrangente. Separadamente, o Ministério do Comércio da China afirmou que os negociadores haviam discutido a implementação de entendimentos anteriores, reduções tarifárias recíprocas e conselhos de comércio e investimento. Em seu comunicado de 24 de setembro, o ministério relatou vários entendimentos, mas não informou uma nova data de vencimento.
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A reportagem da Reuters publicada à noite afirmou que não havia sinais de avanços em questões como comércio, inteligência artificial e Taiwan. Essa avaliação dizia respeito aos resultados publicamente visíveis das conversas, não a um relato completo do que os líderes podem ter acordado em privado. [9]
Sobre Taiwan, o Ministério das Relações Exteriores da China afirmou que Xi havia pedido a Washington que se opusesse à independência de Taiwan. A Reuters observou que isso iria além da formulação tradicional dos EUA, segundo a qual o país não apoia a independência, e informou não haver sinais de que o governo Trump planejasse mudar sua formulação. O pedido de Xi não era evidência de uma concessão na política dos EUA. [2] [10]