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O apelo de Mike Huckabee à responsabilização surge após a agressão a Heidi Levine durante um ataque a trabalhadores da colheita da azeitona. A polícia israelita diz que está a investigar.
Produzido com investigação aprofundada por IA, redação baseada em fontes e correção linguística. As fontes e as incertezas acompanham o artigo.
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O embaixador dos EUA em Israel, Mike Huckabee, pediu que sejam investigados, detidos e levados a julgamento os responsáveis pelo ataque à fotojornalista norte-americana Heidi Levine durante uma colheita de azeitona palestiniana na Cisjordânia ocupada. Descreveu a agressão como um ato de terror cometido por atacantes mascarados. Pediu medidas contra os responsáveis, mas não anunciou que alguém tivesse sido acusado. [1] [2]
Levine ficou ferida na sexta-feira, 16 de outubro, perto da aldeia de Abu Falah. Jornalistas da Reuters no local relataram que colonos israelitas mascarados desceram uma colina em direção aos olivais, queimando árvores e atirando pedras a palestinianos. Os palestinianos também atiraram pedras, segundo a Reuters. A Associated Press noticiou que vários membros do grupo de colonos espancaram Levine, que foi levada para o hospital. [3] [10]
Imagens descritas pelo The Times of Israel mostram pessoas mascaradas a atingir Levine com paus enquanto ela está no chão. Do hospital, disse ao Committee to Protect Journalists que os atacantes a tinham pontapeado e levado a sua mala, câmara e telemóvel. Os relatos sustentam a identificação do grupo atacante como sendo de colonos, mas não permitem estabelecer a identidade das pessoas que a espancaram. [8] [7]
O primeiro-ministro israelita Benjamin Netanyahu condenou a violência, mas disse que as circunstâncias não eram claras, apresentando uma versão alternativa de um confronto entre palestinianos, ativistas e jovens israelitas. Levine rejeitou a sugestão de que os homens que a levantaram estivessem a tentar ajudá-la. A versão de Netanyahu não esclarece o que lhe aconteceu, embora a sequência completa do confronto continue sob investigação. [5] [9]
O presidente Isaac Herzog pediu desculpa a Levine por telefone no sábado, segundo o seu gabinete, e instou as autoridades a investigar e a processar os responsáveis. A polícia israelita disse que tinham sido enviados agentes e investigadores forenses, que estavam a preparar-se para recolher provas e depoimentos de testemunhas. O relato referia uma investigação, não detenções ou processos judiciais.
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