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Lewis Hamilton quer orientações mais claras da FIA e potência total nas curvas rápidas finais de Baku, depois de um quase acidente com Liam Lawson, pelo qual terá sido repreendido.
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O piloto da Ferrari Lewis Hamilton pediu orientações mais claras da FIA sobre as diferenças de velocidade de aproximação, depois de um quase acidente a alta velocidade com Liam Lawson, da Racing Bulls, na segunda sessão de treinos livres em Baku, a 24 de setembro de 2026. Em declarações após a sessão, citadas pela RacingNews365 e pela RACER, Hamilton defendeu que os pilotos deveriam usar a potência total nas curvas 18 e 19, mesmo quando estivessem a completar uma volta lenta. Trata-se da solução que propõe, não de uma alteração confirmada das regras. [1] [6]
Segundo a RACER, Hamilton disse que, inicialmente, pensou que uma diferença de cerca de quatro segundos era suficiente. Queria que os pilotos recebessem informações mais precisas sobre a rapidez com que outro carro os poderia alcançar quando os dois carros dispusessem de diferentes níveis de potência. A sua estimativa da distância não foi verificada com base em dados de telemetria. [6]
A RACER, a The Race e a Sky Sport Italia noticiam que Hamilton recebeu uma reprimenda por ter dificultado a passagem de Lawson. Segundo a The Race, os comissários consideraram a obstrução grave, apesar de concluírem que não houve intenção de o bloquear. As dificuldades de gestão de energia referidas por ambos os pilotos foram tidas em conta na decisão da sanção; a alegada ausência de intenção não anulou a conclusão de que houve obstrução. [6] [8] [9]
Já existiam instruções relativas ao tráfego no setor final, segundo a RACER e a The Race. Esta última noticia que os pilotos em voltas lentas foram instruídos a manter-se à esquerda na aproximação à curva 18 e a gerir as distâncias para evitar serem alcançados nas curvas seguintes. As publicações descrevem diferentes intervalos de curvas, e o excerto do documento da FIA disponível não contém a formulação relevante. [2]
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A RacingNews365 dá destaque ao pedido de orientações de Hamilton, enquanto a The Race acrescenta a preocupação de Lawson com a abordagem existente: abrandar para deixar passar um carro rápido poderia deixar um piloto vulnerável à chegada imediata de um segundo carro. Isto sustenta a existência de uma preocupação comum com a gestão do tráfego, mas não demonstra que a proposta de Hamilton de usar a potência total resolveria o problema. [1] [8]
Os relatos não apresentam uma explicação coerente para a diferença súbita de velocidade de aproximação. A RacingNews365 apresenta o relato de Hamilton como se o carro de Lawson tivesse ganho velocidade bruscamente; a RACER e a Grande Prêmio, por sua vez, noticiam que Hamilton descreveu o seu próprio carro a perder potência. Sem a gravação original ou uma transcrição integral, não é possível resolver essa divergência. São relatos parcialmente coincidentes das declarações do mesmo piloto, não medições independentes. [1] [6] [7]
Há também uma distinção técnica: a RACER descreve Hamilton como tendo ficado sem carga elétrica, ao passo que a The Race descreve um modo em que a potência da bateria não estava a ser utilizada. Estas explicações não são equivalentes, e nenhum dos relatos apresenta os dados de telemetria subjacentes necessários para determinar a causa precisa. [6] [8]
Hamilton disse esperar que a proposta fosse discutida na reunião dos pilotos. Os relatos disponíveis não confirmam que tenha sido adotada, nem demonstram se exigir a potência total naquelas curvas resolveria a preocupação de segurança. [6]