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O Ministério da Saúde controlado pelos Houthis diz que 30 pessoas morreram quando um mercado foi atingido na província de Taiz. Autoridades alinhadas com o governo também relataram vítimas, mas culparam os Houthis.
Produzido com investigação aprofundada por IA, redação baseada em fontes e correção linguística. As fontes e as incertezas acompanham o artigo.
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O Ministério da Saúde controlado pelos Houthis afirmou que o mercado de Al-Hadara, no distrito de Al-Waziyah, foi atingido por três ataques aéreos sauditas na sexta-feira. Numa declaração divulgada pela agência de notícias Saba, controlada pelos Houthis, disse que oito pessoas ficaram feridas e que as equipas de resgate ainda estavam a retirar vítimas dos escombros.
O balanço provisório era superior ao de uma declaração anterior do porta-voz do ministério, Anis al-Asbahi, que disse à Saba que 20 pessoas tinham morrido e 10 ficado feridas. Disse também à estação de televisão Al-Masirah, controlada pelos Houthis, que 15 pessoas tinham ficado feridas, segundo a Associated Press. A declaração posterior do ministério não explicou o número mais baixo de feridos.
A administração provincial de Taiz, ligada ao governo do Iémen, também relatou mortos e feridos no mercado, mas culpou os Houthis. Citando a sua sala de operações, afirmou que nenhuma aeronave militar tinha realizado qualquer operação em Al-Waziyah nesse dia. Pediu que fossem preservadas provas materiais e que estas fossem examinadas de forma independente.
A Associated Press afirmou não ter conseguido verificar de forma independente as versões de qualquer dos lados sobre as responsabilidades. O Ministério da Informação da Arábia Saudita não respondeu de imediato ao pedido de comentário da agência.
Em setembro, o Ministério da Saúde controlado pelos Houthis relatou sete mortos num ataque separado a um mercado na província de Taiz. Responsáveis houthis culparam aeronaves sauditas por esse ataque.
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