News Made Clear · A carregar…
News Made Clear · A carregar…

Após o fim do New START, os delegados propuseram linhas diretas, avisos de lançamento e a retoma das negociações sobre armamento, mas a China rejeitou participar, nesta fase, em negociações trilaterais de desarmamento.
A carregar informação de revisão.
O Primeiro Comité da Assembleia Geral da ONU abriu o debate sobre armas nucleares a 16 de outubro, com apelos a uma melhor comunicação entre potências nucleares e à retoma das negociações sobre controlo de armas. As propostas não eram novos acordos. A sua urgência foi reforçada pelo fim, em fevereiro, do New START, o tratado que limitava as forças nucleares estratégicas dos EUA e da Rússia. [1] [4]
Adedeji Ebo, alto funcionário da ONU para o desarmamento, instou os países a atualizarem as medidas existentes de transparência e reforço da confiança e a ponderarem outras iniciativas, desde compromissos políticos a acordos técnicos. Essas medidas podem incluir linhas diretas para situações de crise e avisos prévios de lançamentos de mísseis balísticos. Destinam-se a reduzir o risco de erros de cálculo, mas não substituem limites vinculativos às armas. [1] [4]
O Vietname, em nome da Associação das Nações do Sudeste Asiático, apelou aos EUA e à Rússia para negociarem um novo quadro juridicamente vinculativo de redução de armamento. A Coreia do Sul propôs canais de comunicação para situações de crise, notificações antes dos lançamentos e contactos militares mais estreitos entre os cinco membros permanentes do Conselho de Segurança. [1] [2]
O representante dos EUA convidou a Rússia e a China a apresentarem propostas sobre redução de riscos, ensaios nucleares e transparência mútua. A China apelou à adoção de um tratado ao abrigo do qual as potências nucleares acordariam em não utilizar armas nucleares em primeiro lugar. Mais tarde, porém, o seu representante afirmou que seria injusto e impraticável a China participar, nesta fase, em negociações trilaterais de desarmamento nuclear com os EUA e a Rússia. Essa objeção não exclui todas as formas de diálogo sobre redução de riscos, mas evidencia a distância entre um convite ao diálogo e um acordo sobre quem deve negociar cortes no armamento. [1]
4 fontes indicadas · explore as provas, as limitações e a proveniência.
Inicie sessão para votar a favor ou contra este artigo.
Debate de teste privado. Os comentários são opiniões dos leitores e ainda não são verificados automaticamente quanto à sua veracidade. É possível editar durante 60 segundos após a publicação.
Faça a sua pergunta com @newsmadeclear ou @nmc. Pode receber 5 créditos iniciais uma única vez após verificação do e-mail confirmado e do navegador. A oferta é única por pessoa; contas adicionais não dão direito a outro bónus. Não há recarga mensal. Mantêm-se os saldos anteriores. Uma pergunta custa 1 crédito, incluindo investigação adicional autorizada. Uma fonte sua que melhore comprovadamente o artigo rende 5 créditos. Se a sua pergunta ajudar a Astra a encontrar a fonte em falta e a melhorar o artigo, recebe 1 crédito de volta.
A ordenação aplica-se aos comentários principais; as respostas continuam ordenadas do mais antigo para o mais recente. Novos comentários e gostos podem alterar a ordem. Atualize a página para ver a classificação atual.
A carregar comentários…
Tem interesse em anunciar na News Made Clear? Conheça o nosso projeto-piloto.
O debate também revelou divergências sobre o que as salvaguardas práticas podem alcançar. O Egito argumentou que a redução dos riscos estratégicos não pode substituir a eliminação total e verificável das armas nucleares. [1]