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O secretário de Estado dos EUA afirmou que o presidente Donald Trump autorizou a entrada do candidato brasileiro derrotado, mas negou o envolvimento direto do Governo na sua saída.
Produzido com investigação aprofundada por IA, redação baseada em fontes e correção linguística. As fontes e as incertezas acompanham o artigo.
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Falando após uma reunião do G20 em Atlanta, a 31 de outubro, Rubio afirmou: «Não facilitámos nada.» Acrescentou que o Governo dos EUA não esteve diretamente envolvido nos preparativos feitos por Bolsonaro para sair do Brasil.
Bolsonaro, senador brasileiro, chegou a Miami a 28 de outubro, depois de perder as eleições presidenciais para Luiz Inácio Lula da Silva. O Supremo Tribunal Federal do Brasil tinha ordenado que entregasse os passaportes e proibira-o de sair do país.
O New York Times, num artigo publicado pela Folha de S.Paulo, citou uma pessoa familiarizada com a logística, que afirmou que Jason Miller, responsável pelas comunicações da Casa Branca, tinha organizado o jato privado. O jornal disse que Miller recusou comentar.
O Wall Street Journal noticiou que um pequeno grupo, que incluía Miller, trabalhou com Eduardo, irmão de Bolsonaro, para conseguir um jato fretado. Não é claro se Miller atuava em nome do Governo dos EUA ou sob as suas instruções.
Rubio distinguiu os preparativos da viagem da admissão de Bolsonaro nos EUA. Disse que Trump tinha decidido que Bolsonaro poderia entrar no país ao abrigo de uma autorização temporária de permanência se chegasse a um ponto de entrada, e que foi isso que aconteceu. Rubio disse também que Bolsonaro já tinha tido um visto dos EUA.
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