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James Vowles quer alterações ao limite de custos da F1, afirmando que os benefícios financeiros não ajudaram as equipas do meio da tabela a aproximarem-se das líderes.
O que mudou? · 02/10/26, 14:38 UTC
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O diretor da equipa Williams, James Vowles, afirma que o limite de custos da Fórmula 1 melhorou a situação financeira das equipas, mas deixou o campeonato dividido entre as equipas da frente e as restantes. Defende que o limite de despesas, introduzido em 2021, não concretizou os outros objetivos: maior equidade desportiva e uma competição mais equilibrada. [1]
Vowles estima que as quatro equipas da frente arrecadam agora 83% dos pontos, contra uma percentagem na casa dos 70 antes dos anos do limite de custos. Considera essa comparação um sinal de que a diferença competitiva está a aumentar. A RacingNews365 noticiou, a 2 de outubro, que a Williams ocupava o nono lugar na classificação de construtores de 2026, com 12 pontos. [1]
Para a Williams, afirma Vowles, a dificuldade está em decidir onde o orçamento limitado terá maior impacto. Diz que a equipa está a investir dezenas de milhões em sistemas básicos para a fábrica, incluindo formas de controlar as peças, em vez de atualizações para o monolugar. Na sua opinião, gastar mais na temporada atual atrasaria o progresso a longo prazo. [1]
Vowles não pede a abolição do limite de custos. Quer que a F1 pondere formas de dar às equipas ferramentas mais equitativas para competirem, mantendo a estabilidade financeira que atribui ao limite. [1]
O diretor da equipa Williams, James Vowles, pediu à Fórmula 1 que altere o limite de custos, argumentando que este ajudou as equipas a tornarem-se financeiramente sustentáveis, mas não aproximou o pelotão. Em declarações noticiadas a 2 de outubro, propôs um ajustamento gradual associado aos pontos ou à posição no campeonato, em vez de acabar com o limite. [2] [3]
Vowles afirmou que as quatro equipas da frente somaram 83% dos pontos na sua comparação de cinco anos sob o limite, deixando cerca de 17% para todas as outras. Disse também que as equipas fora das quatro primeiras representam agora 5% das presenças no pódio, contra 10%. O The Race afirmou que a sua análise dos resultados de 2011 a 2025 correspondia, em termos gerais, a esses valores, dependendo do cálculo.
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Vowles afirmou que a Williams tem de gastar parte do seu orçamento limitado em sistemas básicos para a fábrica, em vez de atualizações para o monolugar. Também assumiu a responsabilidade por erros cometidos durante o inverno e por um carro com excesso de peso. A Motor Sport Magazine apresentou uma interpretação diferente da lenta recuperação da Williams: anos de subinvestimento poderão explicar parte do problema, e não apenas o limite. [3] [4]
As publicações cobriram as mesmas declarações de Vowles, mas acrescentaram pormenores diferentes. A RacingNews365 centrou-se nas críticas ao limite e no seu impacto na Williams; o The Race descreveu o ajustamento proposto e verificou os números. Um dos resultados citados precisa de correção: a RacingNews365 e a Motor Sport Magazine repetiram a afirmação de Vowles de que a Williams terminou a última temporada a 238 pontos da Ferrari, quarta classificada, enquanto o The Race indicou uma diferença de 261. [2] [3] [4]
O diretor da equipa Ferrari, Fred Vasseur, apontou para uma regra já existente que concede mais tempo de testes em túnel de vento às equipas classificadas nas posições inferiores e argumentou que o limite ajudou a resolver as dificuldades financeiras das equipas. Vowles considerou que a quota de testes é um passo na direção certa, mas quer uma medida mais abrangente que ajude as equipas a recuperar terreno ao longo do tempo. [3] [4]